Gonçalves Dias

Antônio Gonçalves Dias, poeta, jornalista, professor e teatrólogo brasileiro, nasceu em Caxias (MA), no ano de 1823, filho de um comerciante português com uma mulata cafuza brasileira. Em viagem à Coimbra, onde se formou em Direito, passou a participar dos grupos de poetas medievalistas e compartilhar ideias românticas. O período distante do Brasil lhe serviu como fonte de inspiração para textos como “Canção do Exílio”, “Primeiros Cantos”, “Segundos Cantos” e “Últimos Cantos”, todos de temática indianista, sendo que o último encerra a fase mais importante de sua poesia.

De volta ao Brasil, conheceu Ana Amélia Ferreira Vale – sua futura grande inspiração. De suas peças românticas, várias foram dedicadas a ela. No Rio de Janeiro foi professor de Latim e também jornalista de diversos jornais da época. Em 1849 Gonçalves Dias funda a revista Guanabara, ao lado de Porto Alegre e Joaquim Manuel Macedo. De volta ao Maranhão, para estudar o problema da instrução pública do Estado, pediu sua amada Ana Amélia em casamento mas foi renegado pela família da moça. Sendo assim, casa-se por conveniência com Olímpia da Costa, com quem teve um filho e mais tarde se separou. Na capital do Brasil, foi nomeado oficial da Secretaria dos Negócios Estrangeiros e depois teve função na Comissão Científica de Exploração. Em 1862, já desligado da comissão, volta à Europa. Dessa vez, para um tratamento de saúde. Mas, na volta ao Brasil, além de não obter resultados em seu tratamento, seu navio naufragou. No acidente, Gonçalves Dias foi a única vítima, falecendo aos 41 anos de idade, na costa brasileira, em 1864.

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